sexta-feira, 25 de agosto de 2017

PROGRAMA PARTICIPAR INCLUSÃO DE TODOS


Por Jocemari Cardoso Gusman RU 1728752
Polo – Sorocaba

Data 25/08/2017

Para facilitar a alfabetização dos estudantes com Síndrome de Down e deficiência de aprendizagem, dois alunos do departamento de computação da Universidade de Brasília desenvolveram um software que auxilia alunos com idade a partir de 14 anos a usar o computador e a internet.
Este software é de uso gratuito em escolas e Apaes. Ele é uma ferramenta utilizada por professores para auxiliar na alfabetização até que esses jovens e adultos possam se comunicar por meio dos computadores, onde as redes sociais são o grande foco. Este projeto é inovador por trazer uma alternativa especializada a jovens e adultos com deficiência intelectual em processo de alfabetização, bem como professores desses ramos.  A professora da Apae, Kelly Assunção, já o utiliza em sala de aula e relata que os alunos entenderam os comandos e até se emocionaram por ter um deles dando os comandos. E até se comparam dizendo que, se a pessoa do vídeo consegue, eles também conseguem. Os resultados foram muito rápidos, pois o aluno que antes não conhecia agora já reconhece as letras. Sozinhos conseguem passar para a próxima lição, demonstrando um grande avanço.
O projeto, que foi um trabalho de conclusão de curso, teve como equipe orientadora o professor Wilson Henrique Veneziano ( Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasilia).
- Programadores: Renato Domingues Silva e Tiago Galvão Mascarenhas Freire (alunos do curso de Computação -- Licenciatura da UnB). Pode ser utilizado em qualquer computador, desde que tenha um dos sistemas operacionais Windows ou Linux.
Para baixar o programa, acesse a página www.projetoparticipar.unb.br, onde terá acesso a outros programas com funcionalidades similares.

OS DESAFIOS DA TECNOLOGIA DA INCLUSÃO

OS DESAFIOS DA TECNOLOGIA DA INCLUSÃO


Por Vanessa Patrícia de Souza RU:1073803
       Ludmila Liliam de Souza Ru:1047139
Colégio Opção Uninter Sorocaba

20/08/2017



Fonte: http://sinprominas.org.br/wb-content/uploads/2014/12/1272.jpg

SUPERANDO OS DESAFIOS COM O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO INCLUSÃO.

A tecnologia traz benefícios tanto para os estudantes, que podem busca por conhecimento mais facilmente, quanto para as escolas, que podem embasar suas decisões pedagógicas em dados. Segundo o estudo Excelência com Equidade, realizado entre 2012 e 2014 pela Fundação Lemann em parceria com o Itaú BBA, essa é uma das quatro práticas identificadas nas escolas públicas que, mesmo em condições adversas, conseguem garantir o aprendizado dos alunos.
Com um uso correto das mais diversas ferramentas tecnológicas e com orientações bem definidas das atividades curriculares por parte do professor, as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação), podem promover uma maior diversidade de situações de construção das aprendizagens, fomentando uma maior motivação, uma melhor assimilação de conceitos e de processos mais complexos e a possibilidade de garantir mais empenho e esforço por parte do aluno nas atividades escolares.
Obviamente, é importante prover as salas de aula com as mais diversas tecnologias, como lousas interativas, sistemas de votação, software educativo, tabletes, computadores, máquinas fotográficas, câmaras de vídeos e mesas multitoque, etc., porém, é preciso entender também que a Educação se desenvolve numa perspectiva sistêmica, holística, onde a visão do universo, do Homem, convive com a ciência e a tecnologia.
O professor e a escola, nesta sociedade cada vez mais exigente, deverão saber preparar os alunos para serem produtivos, criativos, participativos e flexíveis, mas, para que tal aconteça, é necessário que o professor seja um criador e não um mero transmissor tradicional do conhecimento. Deve ser um provocador, um desafiador, tanto para os seus alunos como para os seus próprios pares.

Podemos citar livros falados, línguas (Libras), sistemas de leitura (Braille), computadores adaptados, materiais acessíveis, recursos para mobilidade, sinalização, mobiliário que atenda às necessidades posturais. Esses são alguns recursos que auxiliam a comunicação e o aprendizado de quem tem necessidades especiais. Conhecidos como tecnologias assistivas, esses recursos devem estar disponíveis no ambiente escolar para garantir o direito à educação inclusiva. Segundo o decreto 7.611/2011, da Presidência da República, essas tecnologias são voltadas a “favorecer a participação do aluno com deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar, vinculadas aos objetivos educacionais comuns”.
Para aproximar alunos e professores dessas tecnologias que favorecem o aprendizado, foram criadas as Salas de Recursos Multifuncionais, que fazem parte do programa de Atendimento Educacional Especializado (AEE), política do governo federal para promover a inclusão nas escolas brasileiras. De acordo com o Censo Escolar de 2013, apenas 12% das escolas do país possuem salas de recursos multifuncionais para a oferta do AEE. Em BH, são 43 salas em funcionamento e 66 professores que atuam no AEE, política que beneficiou 1360 alunos da rede municipal.
Gustavo Gonçalves de Souza Marques, 8 anos, está todos os dias na sala de aula com seus pares de idade, convivendo e aprendendo. Ele tem paralisia cerebral e deficiência auditiva, e é aluno do AEE. A professora Luciana desenvolve semanalmente diferentes atividades e estratégias para tornar mais acessível o conhecimento pedagógico para Gustavo. Ela lança mão de alguns recursos assistivos para favorecer o processo ensino-aprendizagem, como computador com mouse-acionador e softwares especiais, figuras geométricas emborrachadas, letras móveis, palitos para contagem, plano inclinado, material dourado (sistema de unidade decimal), entre outros.
Em todo o mundo, as pessoas com deficiência estão entre os grupos de maior risco de exclusão escolar. Segundo o último Censo do IBGE, o Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população. A maioria das crianças e adolescentes com deficiência já estuda em escolas regulares. Em 2013, 648.921 mil alunos com deficiência estavam em classes comuns. Mas os desafios ainda são grandes.

Referências
Como a tecnologia pode ajudar a promover a inclusão social. Retirado de: https://novaescola.org.br/conteudo/4643/como-a-tecnologia-pode-ajudar-a-promover-a-inclusao-social. Acesso em: 19/08/2017.
Tecnologia na Educação e o Desafio da Inclusão. Retirado de: https://www.goconqr.com/pt-BR/examtime/blog/tecnologia-e-educacao/. Acesso em: 19/08/2017.
Tecnologias assistivas favorecem inclusão escolar de alunos com deficiência. Retirado de: http://sinprominas.org.br/noticias/tecnologias-assistivas-favorecem-inclusao-escolar-de-alunos-com-deficiencia/. Acesso em: 20/08/2017. 


Tecnologia para inclusão de alunos com autismo

Por Tamara Antunes do Amaral Pacheco
Polo – Colégio Opção Sorocaba
Data 04/08/2017


Fonte: foto de internet

A tecnologia contribui cada vez mais para a inclusão dos alunos com deficiência, é utilizada como instrumento de acessibilidade e inclusão, capaz de atender e auxiliar alunos com necessidades educacionais especiais como o autismo. A criança com autismo em muitos casos apresenta dificuldades de socialização, dificuldades motoras, na área da linguagem e concentração. Em uma escola municipal de ensino infantil da cidade de Sorocaba, o trabalho desenvolvido com tecnologia assistiva no primeiro semestre do ano de 2017, vem trazendo boa repercussão em todo estado, a escola vem apresentando um trabalho com resultados significativos quando se fala da inclusão de criança que apresenta autismo em sala regular durante o processo de alfabetização.
   
A área de tecnologia assistiva, proporciona maior autonomia para as crianças com autismo. A tecnologia assistiva é toda e qualquer ferramenta, recurso ou estratégia e processo desenvolvido e utilizado com a finalidade de proporcionar maior independência e autonomia á pessoa com deficiência, através desses recursos, o aluno estará interagindo e tendo a oportunidade de expressar seus pensamentos e derrubar preconceitos que muitas vezes existe. Softwares, tabletes, computador, equipamentos de comunicação alternativa e diversos outros itens  ampliam a habilidade funcional dos jovens, tornando-se ferramentas úteis para a independência e o aprendizado. O uso dessas tecnologias em sala de aula durante o processo de alfabetização é um facilitador nas produções textuais escritas, quanto na utilização de aplicativos ligados a alfabetização, leitura e escrita.

O sucesso do trabalho desenvolvido em sala de aula com autistas pela escola de Sorocaba, mostra que o uso desses recursos fazem com que o trabalho se torne bem sucedido. Em parceria com empresários a escola  conseguiu adquirir tablets para uso dos alunos, as aulas se tornaram    mais  atrativas e o uso do tablet ajuda no desenvolvimento da alfabetização,  a professora  leva as aulas já preparadas para os alunos e os auxilia durante as atividades propostas, sempre focando o aprendizado do aluno, os exercícios são realizados com mais facilidade, maior entendimento e  concentração, tornando o processo de alfabetização usado pela escola  referência  nacional.

Não basta incluir, tem que dar acesso e possibilidades de permanência para os estudantes com autismo. Essas tecnologias são utilizadas em prol do desenvolvimento de habilidades de escrita, leitura e comunicação, além de utilizar para jogos diversos, como musicais, soletração, história, pintura e encaixe. O uso dessas ferramentas em prol do desenvolvimento das crianças com autismo vem sendo uma forma de facilitar o processo de ensino aprendizagem desses alunos, mostrando benefícios e resultados significativos.
De acordo com Maria Carolina Silva professora e coordenadora do projeto, vivemos um momento do qual os educadores devem buscar mais experiência na área tecnológica, ainda existe bastante resistência dos educadores, as escolas e professores precisam estar preparados para receber e atender os alunos especiais.


Essa nova forma de trabalho dos educadores com a tecnologia assistiva vem ajudando as crianças com autismo a aprender linguagem social, alertá-los  para os sinais sociais e ajuda-los a praticar as habilidades de conversação importantes, ajudando na interação social e aprendizado no ambiente escolar. Os dispositivos portáteis podem estar repletos de informações sobre as sutilezas na linguagem usual das pessoas no dia a dia, facilitando a aprendizagem através da mediação desses dispositivos.

ESCOLA MUNDO MELHOR PROPÕE A UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO PRODEAF EM SALA DE AULA


“ Escola Mundo Melhor propõe a utilização de aplicativo ProDeaf em sala de aula  ”

Por : Graciely Carolina da Conceição Silva           RU:1671086
Polo - Colégio Opção Uninter Sorocaba
Data - 09/08/2017
       Os alunos do 1° ano A estão aprendendo a utilizar o aplicativo ProDeaf

 Para os alunos de Língua portuguesa  do 1° a 4° ano da Escola Mundo Melhor a grande novidade é que agora podem utilizar  um novo aplicativo chamado ProDeaf em salas de aula.
ProDeaf é o primeiro tradutor da língua portuguesa para Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), ou Língua Americana de Sinais (ASL). Foi desenvolvido pela empresa brasileira ProDeaf Tecnologias Assistivas com o patrocínio da Bradesco Seguros, já foram realizados mais de 500.000 downloads do aplicativo que recentemente foi atualizado, ocupando pouca memória do dispositivo android e disponível para tablets ou smartphones. 
 O aplicativo consiste em escolher o idioma português ou inglês, escrever ou falar uma frase ou palavra do idioma escolhido no microfone do aparelho e o avatar interpreta as palavras na língua de sinais em três velocidades: lento, normal e rápido. 


 Os alunos do ensino fundamental dizem não encontrar dificuldades para utilizar o aplicativo e já estão aprendendo. A escola Mundo Melhor atualmente possui cerca de 370 alunos sendo que 41 destes possui algum tipo de deficiência auditiva. Deborah de 8 anos que é aluna do 3° ano C diz “Eu tentava falar, mas não sabia muito os sinais, agora sim posso conversar com minha amiguinha Paloma”.
 Além de o projeto possibilitar a comunicação e interação entre as crianças que não conhecem a Língua Brasileira de Sinais com os alunos deficientes auditivos, também está colaborando no desenvolvimento socioeducacional de todos os alunos, por ser um conhecimento que eles utilizarão por toda a vida, exercendo inclusão e agregando valores essenciais para o convívio social.
 O pedagogo Joel Soares foi quem teve o primeiro contato com o aplicativo, logo que conheceu sugeriu a utilização nas aulas de Língua Portuguesa para interação com os alunos portadores de deficiência auditiva. Ele mesmo conta que no início pensou que poderia ser difícil, pois nem todos os alunos possuem celular e internet, mas se surpreendeu pois os alunos compartilharam e se ajudaram, além de se mostrarem  muito empolgados em interagir com os colegas, “Eles receberam de braços abertos e amaram a iniciativa, os alunos, os pais, os professores, isso sem mencionar o notável desempenho que todos demonstraram e os resultados positivos que já obtivemos” ressalta o pedagogo. 
 Os gestores da Mundo Melhor já discutem a possibilidade de em um futuro próximo incluírem a disciplina de Libras no currículo escolar.
 Contudo os professores precisam estar muito atentos com seus alunos que tem em média de 7 à 11 anos, pelo fato do aplicativo ter vasta quantidade de palavras e ainda não contar com nenhuma ferramenta de censura ou classificação indicativa dos conteúdos traduzidos, por não possuir um público alvo, estando destinado a todas as idades. Mas é claro que os professores já foram orientados e até o presente momento a utilização do aplicativo vem sendo um sucesso. o objetivo maior que é a inclusão e interação dos alunos portadores de deficiência auditiva, vem sendo totalmente alcançado.



TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÂO

Por: Adriana Ferreira Garcez, 1606240 / Daiani de Fatima Silva, 1805971 / Luciane Alves da Silva, 1739567/ Patricia Pompeu de Oliveira, 1949527
Colégio Opção-Sorocaba

Data (25/08/2017)

Tecnologia pode ser a solução para dar mais autonomia e aproximação entre pais , professores e alunos portadores de autismo, uma solução que vem derrubar  barreiras entre o mundo do autista e o mundo real.”
Visto que a inclusão se faz presente na rotina escolar, a tecnologia tem se mostrado segundo pesquisas, uma forte aliada nesse processo de ajuda a alunos com algum tipo de deficiência, segundo uma entrevista realizada na escola municipal Pedro Frederico de Barros, na cidade de Feliz Deserto (AL), já se utiliza o aplicativo Tobii Sono Flex, esse aplicativo vem sendo utilizado para trabalhar com alunos autistas, em especial, com aqueles que não possuem capacidade verbal ou que não tenham controle de sua alfabetização.
A escola investiu nessa forma, pois alem de ser uma tecnologia interdisciplinar e o foco ser o autismo, ela pode ser usada em outras deficiências, como paralisia cerebral e síndrome de Down, tornando assim a instituição preparada para futuras deficiências, caso seja necessário.
Especialistas no tratamento de crianças com autismo, afirma que essa invenção é uma inovação na comunicação, apesar de termos que atentar para que não se torne a comunicação alternativa o único recurso e impeçam as crianças de falar, uma vez que essas crianças têm certa tendência ao isolamento.
Esse aplicativo é utilizado como um instrumento para a comunicação, sendo ele individualizado , o professor conta com mais de 11 mil símbolos e 50 frase prontas,podendo também personalizar o aplicativo com a voz dele ou dos pais e com fotos do aluno,tornando assim o aplicativo mais interessante a esse.Com a ajuda do professor e com os recursos necessários para o aluno, pode-se obter grandes resultados, sem esquecer do apoio e acompanhamento dos familiares na conduta e rotina do aluno.Segundo a escola os próprios pais ficaram muito impressionados com os avanços que seus filhos tiveram,alguns deles ate adotaram a ferramenta para usarem em casa e assim dar continuidade ao trabalho realizado na escola.
Mas diante de tantas vantagens, surge as desvantagens, pois a escola precisa de recursos para investir em equipamentos para que se use essa ferramenta,pois para o uso desse aplicativo é necessário que se tenha computadores ou tablets, e a escola conta com poucos equipamentos, tendo que muitas vezes acabarem recorrendo a encartes com as imagens,porem esse recurso não dura muito tempo pois alguns alunos acabam por rasgar ou perder.
A professora finaliza ressaltando que o mais importante é que o aplicativo faz a mediação entre a criança e o mundo real, principalmente quando a mediação pedagógica se faz necessária, para que o aluno tenha plena capacidade de usufruir das mesmas possibilidades que os outros alunos. 

DOSVOX
















Por Claudinéia Rodrigues Soares              
Polo - Sorocaba
Data: 16/08/1969
O que é o DOSVOX?
O DOSVOX é um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais, que adquirem assim, um alto grau de independência no estudo e no trabalho.
O sistema realiza a comunicação com o deficiente visual através de síntese de voz em Português, sendo que a síntese de textos pode ser configurada para outros idiomas.
O que diferencia o DOSVOX de outros sistemas voltados para uso por deficientes visuais é que no DOSVOX, a comunicação homem-máquina é muito mais simples, e leva em conta as especificidades e limitações dessas pessoas. Ao invés de simplesmente ler o que está escrito na tela, o DOSVOX estabelece um diálogo amigável, através de programas específicos e interfaces adaptativas. Isso o torna insuperável em qualidade e facilidade de uso para os usuários que vêm no computador um meio de comunicação e acesso que deve ser o mais confortável e amigável possível.
Grande parte das mensagens sonoras emitidas pelo DOSVOX é feita em voz humana gravada. Isso significa que ele é um sistema com baixo índice de estresse para o usuário, mesmo com uso prolongado.
Ele é compatível com a maior parte dos sintetizadores de voz existentes pois usa a interface padronizada SAPI do Windows. Isso garante que o usuário pode adquirir no mercado os sistemas de síntese de fala mais modernos e mais próximos à voz humana, os quais emprestarão ao DOSVOX uma excelente qualidade de leitura.
O DOSVOX também convive bem com outros programas de acesso para deficientes visuais (como Virtual Vision, Jaws, Window Bridge, Window-Eyes, ampliadores de tela, etc) que porventura estejam instalados na máquina do usuário.
O DOSVOX contava em dezembro de 2002 com cerca de 6000 usuários no Brasil e alguns países da América Latina. Nesta época, o número de usuários que acessava a Internet era estimado em cerca de 1000 pessoas.
O DOSVOX nos tempos de hoje em dia temos tido uma inclusão completa entre os alunos com deficiência visual para se relacionar entre eles.
Na sala de recurso em que atuo atualmente o programa DOSVOX é muito questionado entre os alunos e com muita facilidade. Um dos meus alunos tem um canal no YOUTUBE pela facilidade de se comunicar nos dias de hoje.

O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS COMO ESTRATÉGIA DE INCLUSÃO E ENSINO PARA ALUNOS SURDOS


Por: Cecília Huete Olmeda Macedo  RU: 1196520
Polo: Cólegio Opção – Sorocaba/SP

Data: 25/08/2017
Maria Rita professora pública municipal há 20 anos, na escola Profª Olívia de Alcântara na cidade de Juazeiro do Norte/CE, interessada em melhorar seu relacionamento e sua atitude como docente com alunos portadores de deficiência auditiva (Surdo), foi em busca de inserir novas tecnologias em suas aulas de história, conseguiu implantar o uso de aplicativos que auxiliam na tradução da Língua Portuguesa para LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), a exemplo do Instituto Cearense de Educação de Surdos (Ices), em Fortaleza, que são pioneiros no ensino de Libras com avaliações por teleconferência.
Os desafios do cotidiano do educador como planejamento, avaliação e altas expectativas de aprendizagem, tornam-se maiores quando se tem em sala de aula alunos de inclusão com deficiência auditiva, pois nem todas as escolas estão preparadas para tal, faltam materiais de recurso e até mesmo interpretes humanos. Na busca de minimizar essa lacuna, e sem recursos financeiros que a professora Maria Rita partiu para a pesquisa de aplicativos gratuitos que pudessem ser utilizados em sala de aula.
A pesquisa logrou êxito, pois a descoberta de um aplicativo gratuito de fácil manejo e compreensão podendo ser utilizados por alunos surdos em toda a sua vida escolar, ou seja, do ensino fundamental ao médio, e em todas as disciplinas, e também fazer o uso deles em casa para as tarefas e pesquisa escolares.
O aplicativo encontrado foi VLibras .Trata-se de um conjunto de ferramentas digitais que amplia a acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva a conteúdos online. O conjunto de aplicativos está disponível para download gratuito no Portal do Software Público Brasileiro (SPB).
O coordenador do projeto Vlibras, Tiago Maritan, explica que o conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Língua Brasileira de Sinais, através de um boneco (avatar) 3D. As pessoas com deficiência auditiva podem selecionar textos e áudios e, com um clique, traduzir estes conteúdos para Libras.
“Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria das pessoas surdas não são alfabetizadas em português. Além de ter, muitas vezes, dificuldade de acesso a educação, elas têm também a barreira do português, que não é a sua língua mãe. A primeira língua é a lingua de sinais”, explica Maritan, que é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
sotware Vlibras possui uma série de ferramentas. Uma delas serve para a tradução de conteúdos de sites, áudios e textos para Libras e pode ser instalada em computadores, navegadores e celulares.
Outra ferramenta é a chamada WikiLibras, um sistema para correção e inclusão de novos sinais. Maritan afirma que ainda hoje há um abismo entre a quantidade de palavras em língua portuguesa e a quantidade de sinais.
“O português tem 300 mil palavras e libras tem de 10 a 15 mil sinais definidos. Então, quando alguém sentir falta de algum sinal na ferramenta, ele pode entrar lá e contribuir gerando novos sinais. Essa ferramenta é para a comunidade de surdos fazer a inclusão de novos sinais e corrigir os sinais que ela considera que precisam melhorar”, afirma Tiago.
Os deficientes auditivos podem, através desta ferramenta, gravar um vídeo com um sinal, que será enviado para um programador reproduzir no avatar. Depois de reproduzido, o sinal passa pelo crivo de especialistas antes de ser validado e incluído no programa.
O projeto, que vem sendo desenvolvido há seis anos, surgiu quando uma jovem com deficiência auditiva passou no vestibular de Ciências da Computação na UFPB. A partir do desafio de comunicação com ela, a ideia do pacote de programas foi sendo desenvolvida. Atualmente, o projeto é desenvolvido em parceria entre o Ministério do Planejamento, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Câmara dos Deputados.
De acordo com Maritan, a estimativa da equipe é de que haja mais de 10 mil downloads do aplicativo para celulares e uma média de mil acessos diários à página do Vlibras na internet.
De acordo com as estatísticas do censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 10 milhões de brasileiros têm alguma deficiência auditiva, o que representa 5% da população do país. Destes, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva severa, 1,7 milhões têm grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos.
Fonte: (disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2016-05/aplicativo-para-surdos-transforma-conteudos-da-internet-em. Acesso em: 25 de agosto de 2017). 
Link para visualização do vídeo http://vlibras.gov.br/#vlibras 

PROJETO FOTOLIBRAS CULTURA SURDA


http://asdef.org.br/noticias/16/03/2015/projeto-fotolibras-expoe-fotos-realizadas-por-surdos
Associação de Deficientes e Familiares
Por Veridiana Araújo do Amaral Festa
Polo Sorocaba

Data:  25 de Agosto de 2007

A Escola Municipal Genésio Machado, situada no bairro de Vila Santana em Sorocaba tem alunos no Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Em cada classe há uma pedagoga que é interprete de libras que além de traduzir a matéria para o aluno de forma particular, ou seja, para cada aluno em 1 classe do ensino médio ou fundamental há uma interprete de libras, ela o ajuda a interagir com o professor e os demais alunos.
Pensando numa maior interação entre os alunos do ensino Médio a Professora de Artes Maria Soares criou em suas aulas e após o horário de aulas, um curso de fotolibras com 1 hora de duração todas as terças e quintas. O FotoLibras é um projeto de Fotografia Participativa com Surdos, que tem por objetivo aumentar a criatividade, a auto-estima e a visibilidade de surdos através da fotografia. Em Recife, o projeto já realizou dois cursos de longa duração e, atualmente, se prepara para a realização de oficinas de fotografia com surdos em outros municípios brasileiros, ministrados pelos jovens multiplicadores que sugiram através das atividades do projeto.
O Projeto FotoLibras já realizou dois cursos de longa duração, oficinas, pesquisas, elaboração de um ensaio fotográfico, elaboração de textos e edição de um glossário dos termos de fotografia em Libras. Todas essas atividades contaram com a participação de dois multiplicadores surdos, Taynara Maria e Andréa Luiza, que se tornaram coordenadoras do projeto. Durante o curso, os alunos puderam ter contato com técnicas e equipamentos fotográficos e a linguagem expressiva do mundo das imagens. 
Em cartaz por dois meses, a exposição da Escola levou ao público da cidade de Sorocaba, entre os meses de maio e julho, 50 imagens produzidas pelos alunos e interpretes da Escola, resultado de ações educativas realizadas pelo projeto FOTOLIBRAS. Além da exposição, foram possíveis também atividades arte-educativas com os demais professores e pedagogos, alunos de escolas públicas e público em geral, com o objetivo de promover a valorização da diversidade, independentemente de características físicas, comunicacionais ou intelectuais.
No Projeto Fotolibras, o ato de fotografar e a divulgação das imagens produzidas pelos alunos se transformam em ferramentas de diálogo e estratégia de empoderamento para grupos que frequentemente tem pouco ou nenhum acesso aos meios tradicionais de comunicação. A entidade defende que “o uso universal das línguas de sinais garante a comunicação livre entre as pessoas e o acesso à produção e consumo cultural para todos”.
Durante o Curso, a Professora de Artes Maria Soares e os integrantes do curso puderam ter contato com a linguagem expressiva e não apenas com as técnicas e equipamentos utilizados (celulares e maquinas fotográficas). “Esperamos e desejamos que o curso possa contribuir com uma ampliação da percepção sobre as coisas simples da vida, assim como, estimular um censo crítico e valorização da cultura surda”, comenta Maria Soares. 

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO( GRAZI)

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO

  Nome: Graziela Fernandes Riello, RU: 1181725
  Polo: Colégio Opção – Sorocaba - SP
  Data: 23/08/2017







                                                 
   
                                        DEFICIÊNCIA VISUAL
 
Fonte: http://jogandoascegas.com.br/tipos-de-teclado/
Inclusão de deficientes visuais em escolas, para o Governo no geral, segundo o MEC é um desafio por várias dificuldades...

Mas para esta escola Municipal “Elenice Trevisan” do Estado da Amazônia, localizada na cidade de Maracatu. Não foi, e não será fácil, continuar um trabalho com esses alunos especiais. Mas segundo a professora Celeste muito gratificante. Pois nesta escola para poder realmente fazer acontecer as coisas a escola, comunidade e secretaria da Educação juntas fizeram com que poucas coisas que não tinham, viessem a ter para os alunos desta escola no geral, em especial os alunos inclusão.

Sabemos que para todas as escolas Municipais, serem atendidas, dependendo do seu pedido, frente a Secretaria da Educação, contando com toda a sua Burocracia, é atendida mas se leva um tempo para ser executado o serviço o pedido daquela escola ou essa escola.

Essa escola aqui além de ser uma escola “normal” como as outras, a Direção, junto com Professores e Secretaria da Educação. Fizeram Eventos, junto à comunidade local, no qual levantaram verbas para poder ajudar a escola na compra de materiais pedagógicos para alunos especiais, e arrumassem a escola fisicamente melhor, para manter a acessibilidade desses alunos, enfim para que alunos com inclusão pudessem estudar ali de forma mais agradável.

Não descartando a ajuda do Governo, que até então, teria mandado, ainda a esta escola, livros em Braille, fitas cacetes, para ao alunos, com inclusão. Meses se passaram e a escola continuava com seus Eventos, em prol a necessidade da mesma. Por fim tempo depois, a escola veio arrecadar um valor Bom em Reais, o qual pode sim dar início a um trabalho que para todos.  A escola pode ser readaptada melhor, para os 02 alunos com deficiência Visual, e outros. Fisicamente Foram refeitos as rampas, corre mão, para esses alunos dentro da necessidade da escola. Pois ali estavam realmente necessitando de atenção a esses alunos. Materiais para alunos normais tinham, o problema era para aqueles que eram inclusão.

Encontraram então, nessa busca o sistema DOSVOX. Que facilitaria, a vida na escola tanto de Professores, no ensinar, como alunos no aprender. Pois esse material é um sistema para microcomputador na linha PC, que se comunica com o usuário através de síntese de voz em Português (diálogo através de programas). Para a Leitura e deficiência do aluno (a) deve se habituar as vozes, e suas velocidades com exercícios repetitivos antes de dominar realmente as operações com o sistema. Memorizar as teclas de controle, neste caso não se usa o mouse. O teclado transformado em teclado Braille como se fosse uma máquina datilográfica e pontuações do sistema Braille. As letras Maiores representadas na voz Masculina, minúsculas na voz Feminina, a velocidade da voz é controlada pelo usuário. Dessa forma, a leitura e a escrita ficam compatíveis com as das pessoas, que não são deficientes visuais. Diálogo, quando pergunta indica o atalho desejado pelo usuário. Sendo assim a educação é alavancada.
Mensagens de voz humana gravada, serve como facilitadora na alfabetização de deficientes visual, e letramento dos alunos ferramenta colaborativa e valiosa no processo de inclusão desses alunos, ao mundo digital. Valor preço de custo, acessível. O projeto DOSVOX é distribuído em 2 versões WINDOWS WINVOX e para o DOSS. Internet e múltiplas opções podem ser exploradas através do DOSVOX.

Resumindo, o DOSVOX está sendo utilizado, pelos alunos com deficiência Visual, com muito êxito pois segundo os mesmos, diz que facilitou muito nos estudos aqui na escola, e principalmente por poderem exercer as atividades de forma mais independente, embora no começo houve uma adaptação, até acostumarem com o mesmo, mas hoje já estão craques no computador. Professores, gostaram muito do resultado obtido através do Dosvox, e muito gratificante poder contar com um material de alta tecnologia, como o DOSVOX para o ensino de seus alunos de inclusão. Os alunos conseguem, andar juntos na disciplina com outros alunos da classe.

Essa escola enfim, serve de exemplo a todas outras escolas do Brasil, pois segundo a Direção, não foi fácil conseguir o que podemos ver hoje, não está totalmente completa faltam ainda muitas as coisas a realizar, mas ficam felizes por terem chego aonde estão. Os alunos estão muitos felizes, com o novo material, juntos professores estão sempre se atualizando, para poderem dar o melhor de si aos alunos. A direção deixa uma mensagem que diz: Quando se ama o que faz, tudo fica mais fácil.


ROTINA NA PALMA DAS MÃOS

Nome: Selma Simão Dos Santos
R.U 1203402
Polo: Colégio Opção-Sorocaba
Data: 25/08/2017

 
Fonte: Google imagens
A professora Maria Do Carmo, da escola ‘’REINO ENCANTADO’’ tem conversado com seus alunos sobre um aplicativo conhecido como’’First Then que traduzido significa Primeiro e Depois que é voltado para crianças com autismo de todas as idades, com o objetivo de socializa-las.
Ela explicou que esse aplicativo se encontra disponível para Iphone e Ipod touch e que tem por objetivo aumentar a independência da criança, fazer com que ela possa realizar suas atividades sozinhas e diminuir a ansiedade. A professora fez uma roda de conversa para explicar que o funcionamento do aplicativo acontece através de fotos e áudios que ao se juntarem formam uma espécie de passo a passo que o aluno precisa seguir para que a tarefa seja realizada.
O aplicativo pode ser exibido em três formatos na tela; tela inteira, tela dividida e tela com listas de tarefas. Na opção inteira, a criança portadora do autismo pode visualizar a imagem e deslizando o dedo a esquerda poderá ver a imagem seguinte. Já na opção de tela dividida a criança visualiza duas imagens dispostas lado a lado com uma seta entre elas que ajuda acessar a sequencia de atividades e na opção de tela com listas de tarefas aparecem quatros imagens associadas a rotina da criança.
Os pais ou responsáveis ainda podem gravar a sua própria voz para criação das instruções, falas que acompanham as imagens que podem auxiliar a criança com autismo no que se refere à aquisição da linguagem.
Através do aplicativo as crianças ainda podem personalizar a agenda usando figuras da biblioteca de imagens do computador, da internet ou nas câmeras de seu próprio celular, ou seja, novas tarefas podem ser incluídas na lista.
Em resumo esse aplicativo é uma excelente ferramenta para o aprendizado dessas crianças, uma vez que foram criadas e voltadas especialmente para que elas se tornem cada vez mais independentes e capazes de realizar atividades com mais autonomia e confiança.
Percebe-se que, o número de inclusões tem aumentado, porém a tecnologia tem acompanhado esse avanço, pois pensando nisso foram criados vários aplicativos para nos ajudar e, isso deixa bem claro que, estamos caminhando para uma escola realmente inclusiva, onde um dia poderemos alfabetizar com eficiência pessoas com necessidades especiais.
 
 
 
 
 
 
 

Inovação Tecnológica na Educação Inclusiva é destaque em Escola de Sorocaba

     Inovação Tecnológica na Educação Inclusiva é destaque em Escola de Sorocaba
Por  Vanessa Martinez Baccelli
Polo Sorocaba – SP
RU 1343419
Data 25/08/2017

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               Aplicativo Aramumo
Imagem: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.aramumo.Game&hl=pt_BR

            Em parceria com a Secretaria de Educação do munícipio de Sorocaba A Escola Municipal Sorocaba aderiu ao uso de aplicativos para aparelhos móveis com o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem de alunos em processo de inclusão social.
            Alunos com distúrbios de aprendizagem têm sido beneficiados com o projeto “Tecnologia a favor da Inclusão”. A equipe de Atendimento Educacional Especializado recebeu tablets para uso dos alunos que fazem parte processo de inclusão, assim como, os estudantes que possuem dificuldades de aprendizagem, no processo de alfabetização. O Gestor Escolar Otavio Costa e a Psicopedagoga Francine Gusmão, apoiaram a parceria e o projeto. “Para que o aprendizado de crianças com dificuldades de aprendizagem seja efetivo, temos que recorrer tanto para a tecnologia assistiva quanto para a tecnologia digital, afirmando-se o real compromisso com a inclusão”, disse a Psicopedagoga.  Este projeto esta beneficiando cinco alunos disléxicos da escola.
Apesar de o governo federal assumir a perspectiva educacional inclusiva, ainda não desenvolveu uma política pública explícita de atendimento ao aluno com dislexia. Porém, a Educação Especial não abrange apenas alunos com deficiência, engloba também os alunos com dificuldades de aprendizagem como é o caso da dislexia.

           
Ser disléxico é ter um cérebro diferente, que processa as informações de sons e leitura, de maneira diferente do habitual.
            Portanto, é uma dificuldade de se juntar letras a sons, palavras a sons, de se reconhecer palavras, pois não se lhes conhece o som, enfim, e tudo isso resulta numa dificuldade extrema de leitura e escrita.
            De acordo com a psicóloga Monica Luczynski, os disléxicos podem aprender a ler – Se expostos a uma avaliação e abordagem de ensino adequado, disléxicos podem aprender a ler e escrever. Esta instrução deve ser personalizada, pois a dislexia varia em intensidade e consequente ritmo de aprendizado. O disléxico em nível grave deve receber um atendimento mais intenso, enquanto o disléxico que apresente sintomas mais leves poderá receber uma assistência menos intensa, seja no ambiente escolar ou doméstico. É fundamental que seja usada metodologia adequada, onde sejam ensinados, inicialmente, os elementos básicos da linguagem como os sons que compõem nossa língua e como esses sons devem ser representados pelas letras de nosso alfabeto, operando dentro dos limites da memória operacional dos alunos. Este método deve ser multissensorial, utilizando-se dos procedimentos adequados a cada etapa.
            O aplicativo que apresentou mais resultados no projeto de inclusão da Escola Municipal de Sorocaba foi o Aramumo. Este aplicativo foi o primeiro a ser criado para atender crianças com distúrbios de aprendizagem como a dislexia, para ajudar no reconhecimento e interpretação de sons às palavras e sílabas, ordenar e escrever corretamente as palavras, além de ajudar na memorização de sons de sílabas e estimular a coordenação motora.
            O jogo pode ser baixado gratuitamente em qualquer aparelho com plataforma android. O jogo é uma cruzadinha que trabalha tanto com a escrita como com a pronúncia.  O jogador escuta a pronuncia das palavras, observar as sílabas que aparecem dentro das bolhas flutuantes e arrastá-las para dentro da cruzadinha na ordem correta.
Os principais objetivos deste aplicativo são:
           ·            Separação de sílabas.
           ·            Ortografia.
           ·            Reconhecimento e memorização de sons.
           ·            Coordenação motora.
A vantagem que o aplicativo tem é o poder de prender a atenção do estudante e a desvantagem é que foi desenvolvido com poucas fases.